{"id":4374,"date":"2017-11-09T14:47:22","date_gmt":"2017-11-09T13:47:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.tonyelumelufoundation.org\/?p=4374"},"modified":"2025-07-02T15:59:32","modified_gmt":"2025-07-02T14:59:32","slug":"africapitalismo-lideres-empresariais-africanos-e-desenvolvimento-da-africa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.tonyelumelufoundation.org\/pt\/research-publications\/africapitalism-african-business-leaders-and-africas-development","title":{"rendered":"Africapitalismo, L\u00edderes Empresariais Africanos e Desenvolvimento de \u00c1frica"},"content":{"rendered":"<div class=\"entry-summary\">\n<p>Originally published on business-school.ed.ac.uk<\/p>\n<p>O que significa Africapitalismo? O que isso pode significar? Como pode informar as decis\u00f5es de neg\u00f3cios e as pol\u00edticas governamentais? Dever\u00e3o os l\u00edderes empresariais e decisores pol\u00edticos dos pa\u00edses africanos estar envolvidos no africapitalismo? Eles podem nos contar suas hist\u00f3rias? Eles v\u00e3o nos contar suas hist\u00f3rias? Quais ser\u00e3o suas hist\u00f3rias?<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"entry-content\">\n<p>Este foi o principal objectivo do workshop sobre Africapitalismo, realizado em Edimburgo no dia 8<sup>\u00ba<\/sup>-9<sup>\u00ba<\/sup>\u00a0Setembro de 2014. O projecto de investiga\u00e7\u00e3o centra-se no Africapitalismo, na filosofia do Africapitalismo, nos l\u00edderes empresariais africanos e na forma como os l\u00edderes empresariais africanos podem envolver-se no Africapitalismo para promover o desenvolvimento de \u00c1frica. Particip\u00e1mos num workshop interactivo e bem sucedido de 2 dias, onde os temas do projecto foram delineados e os rascunhos dos cap\u00edtulos preparados para um livro sobre Africapitalismo que ser\u00e1 publicado no final do projecto.<\/p>\n<p>Os colaboradores do projeto da Universidade Pan-Atl\u00e2ntica (Nig\u00e9ria); Universidade Strathmore (Qu\u00eania); Universidade de Loughborough (Reino Unido); Universidade de Nottingham (Reino Unido); Universidade de Durham (Reino Unido); Universidade da Cidade do Cabo (\u00c1frica do Sul); Universidade de York (Canad\u00e1); Universidade de Edimburgo (Reino Unido); e a Universidade de Grand-Bassam (Costa do Marfim) apresentaram os resultados da primeira fase do projecto de investiga\u00e7\u00e3o, uma revis\u00e3o cr\u00edtica da literatura existente sobre o papel das empresas na sociedade, o papel dos l\u00edderes e as teorias que regem as decis\u00f5es empresariais. David Rice, do Instituto Africapitalism tamb\u00e9m esteve presente e apresentou os Princ\u00edpios de Africapitalismo do Instituto Africapitalism e o seu trabalho para o desenvolvimento do \u00cdndice Africapitalism.<\/p>\n<p>Foram tamb\u00e9m partilhadas conclus\u00f5es preliminares dos estudos-piloto, algumas das quais incluem que os l\u00edderes empresariais africanos acreditam que h\u00e1 necessidade de mudan\u00e7a, mas n\u00e3o sentem que sejam capazes, como organiza\u00e7\u00f5es individuais, de fazer a mudan\u00e7a necess\u00e1ria. Parece que estariam dispostos a colaborar, se algu\u00e9m tomasse a iniciativa de defender uma causa em benef\u00edcio da sociedade. Tamb\u00e9m parece haver alguma disparidade entre o que as pessoas entendem ser o papel da empresa, que dizem ser principalmente com fins lucrativos, e qualquer trabalho na resolu\u00e7\u00e3o de problemas p\u00fablicos foi visto como um custo adicional, ou um papel adicional da organiza\u00e7\u00e3o. Outra conclus\u00e3o dos estudos-piloto foi o facto de as empresas n\u00e3o se considerarem solucionadoras de problemas p\u00fablicos, mas estariam dispostas a faz\u00ea-lo, se incentivos como redu\u00e7\u00f5es fiscais fossem fornecidos pelo governo, para a solu\u00e7\u00e3o de problemas p\u00fablicos. H\u00e1 tamb\u00e9m um reconhecimento de que desempenhar este papel exigiria uma forma nova mas diferente de lideran\u00e7a em \u00c1frica, que um entrevistado articulou sucintamente como: \u201clideran\u00e7a a outro n\u00edvel\u201d.<\/p>\n<p>Durante o workshop, a equipa do projecto Africapitalism fez um brainstorming para refinar o nosso desenho de investiga\u00e7\u00e3o, e foi acordado que os dados ser\u00e3o recolhidos de l\u00edderes empresariais de organiza\u00e7\u00f5es de m\u00e9dio a grande porte nos quatro pa\u00edses do caso: Costa do Marfim, Qu\u00e9nia, Nig\u00e9ria e \u00c1frica do Sul. Ser\u00e3o tamb\u00e9m recolhidos dados de decisores pol\u00edticos de alto n\u00edvel nos quatro pa\u00edses. O objectivo disto \u00e9 compreender se os l\u00edderes empresariais adoptaram pr\u00e1ticas que contribuem para a riqueza econ\u00f3mica e social, ou seja, s\u00e3o &#039;conscientes do Afri&#039; e, em caso afirmativo, como s\u00e3o conscientes do Afri? Pretendemos tamb\u00e9m compreender o que os l\u00edderes empresariais entendem ser o seu papel na sociedade e at\u00e9 que ponto s\u00e3o capazes de criar riqueza econ\u00f3mica e social. Na mesma linha, o projeto tamb\u00e9m visa compreender as opini\u00f5es dos decisores pol\u00edticos sobre o papel das empresas na sociedade. Desta forma, espera-se que os dados produzam percep\u00e7\u00f5es interessantes e complexas sobre as mentes e valores \u00edntimos dos decisores em \u00c1frica; como ponto de partida para compreender o Africapitalismo e para desenvolver os fundamentos acad\u00e9micos da filosofia do Africapitalismo.<\/p>\n<p>A pr\u00f3xima fase do projecto, a recolha de dados prim\u00e1rios, j\u00e1 come\u00e7ou e dever\u00e1 estar conclu\u00edda no in\u00edcio de Janeiro de 2015, ap\u00f3s a qual ser\u00e3o realizadas an\u00e1lises comparativas dos dados entre pa\u00edses, dentro dos pa\u00edses e entre as partes interessadas (decisores pol\u00edticos versus l\u00edderes empresariais). realizado. Os resultados do projecto ser\u00e3o divulgados atrav\u00e9s de artigos de revistas, estudos de caso, confer\u00eancias e um workshop sobre Africapitalismo.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m participamos de um\u00a0<em>Escapar<\/em>\u00a0jogo de equipe, onde testamos nossas habilidades de resolu\u00e7\u00e3o de problemas em um ambiente diferente, e descobrimos que conseguimos fazer mais progresso, e\u00a0<em>&#039;escapar&#039;\u00a0<\/em>quando trabalhamos juntos para resolver as pistas fornecidas. O jogo foi seguido por um passeio por Edimburgo, onde foram compartilhadas ideias interessantes sobre o design da cidade, com edif\u00edcios novos e modernos habitando o mesmo espa\u00e7o que edif\u00edcios mais antigos, uma observa\u00e7\u00e3o que entendemos ser um sinal de progresso e moderniza\u00e7\u00e3o, mas que foi respeitoso com os velhos. Desta forma, mostrou como o novo e o antigo eram importantes para a sociedade, e partilh\u00e1mos como estas li\u00e7\u00f5es podem ser aplicadas a \u00c1frica, em termos de como constru\u00edmos as nossas sociedades, as nossas estruturas, as nossas institui\u00e7\u00f5es, avan\u00e7ando, mas compreendendo quem somos. somos e o que somos, ou seja, sermos conscientes da \u00c1frica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Originalmente publicado em business-school.ed.ac.uk O que significa Africapitalismo? O que \u00e9 que pode significar? Como \u00e9 que pode informar as decis\u00f5es empresariais e as pol\u00edticas governamentais? Dever\u00e3o os l\u00edderes empresariais e os decisores pol\u00edticos dos pa\u00edses africanos estar envolvidos no Africapitalismo? Podem contar-nos as suas hist\u00f3rias? Ir\u00e3o contar-nos as suas hist\u00f3rias? Quais ser\u00e3o as suas hist\u00f3rias? 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