África em primeiro lugar: as empresas globais estão sob pressão crescente para diversificar as cadeias de abastecimento e gerar um impacto social mensurável. Entretanto, os empreendedores africanos estão a criar soluções ousadas, prontas para o mercado e profundamente adaptadas às realidades locais. O problema não é a inovação; é o acesso. Os sistemas de aquisição das empresas são frequentemente concebidos para fornecedores tradicionais, deixando de fora as novas e ágeis empresas…
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